Cultura

Blind Wake Club: a história do antigo Zuno Cable Park

Como o Zuno Cable Park, um dos parques comerciais mais completos do Brasil, virou o Blind Wake Club — um clube privado de amigos que mantém o espírito aberto do wake.

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Emanuel Nakamura

Emanuel Nakamura

Sócio do Blind Wake Club

3 min de leitura 10 de Fevereiro, 2026

Tem lugar que é mais do que um cable. É ponto de encontro, é fuga da rotina da cidade, é onde a galera se reúne pra andar e ficar de boa. Foi assim com o Zuno Cable Park — e é assim que a história dele continua, agora com outro nome.

O nascimento do Zuno Cable Park

O Zuno Cable Park nasceu como um dos parques comerciais mais completos para a prática de wakeboard no Brasil. A estrutura era de respeito: duas torres, um bi-level, uma ilha e vários obstáculos pra todo mundo se jogar.

Pra quem morava na região, virou parada certa — um refúgio pra quem ama o esporte e queria escapar um pouco da capital.

A mudança para Blind Wake Club

A virada veio quando rolou a notícia de que o parque seria desmontado. Em vez de deixar a estrutura ir embora, um grupo de 10 amigos apaixonados pelo esporte se uniu para adquirir o park e manter tudo de pé.

Foi aí que o Zuno deu lugar ao Blind Wake Club. A estrutura seguiu evoluindo, com melhorias nas instalações, mas a essência continuou a mesma: um refúgio pra quem vive o wakeboard.

Um clube privado, mas com espírito aberto

Diferente dos parques comerciais, o Blind Wake Club é um clube privado de amigos. Mas privado não quer dizer fechado: a proposta é seguir de portas abertas pra frequentadores antigos e novos.

A regra não escrita é simples — aqui se preza pelo esporte e pela amizade. Muito wake pra todo mundo.

Por que essa história importa para o wake brasileiro

A história do Blind Wake Club mostra um caminho que pode inspirar outras cenas pelo Brasil: quando um park está prestes a fechar, a própria comunidade pode assumir a estrutura e mantê-la viva.

É um lembrete de que o wake nacional não se sustenta só por operação comercial — ele se sustenta por gente que ama andar e topa colocar a mão na massa pra que o esporte não pare.

Créditos

Matéria produzida pelo Mundo Wake a partir de texto originalmente escrito por Emanuel Nakamura e publicado na Wake News — Edição 02 (Fevereiro/2026), com autorização do autor.

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